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Síndrome da Fadiga Crônica (SFC), uma doença ainda desconhecida

A Sindrome da Fadiga Crônica ou Encefalomielite Miálgica é um distúrbio multissistêmico sobre o qual ainda pouco se conhece. Em muitos casos, os portadores da doença se lembram de que tudo começou depois de uma forte gripe ou de uma infecção viral. Estima-se que cerca de 17 milhões de pessoas em todo mundo sejam afetadas pela síndrome da fadiga crônica.


Síndrome da Fadiga Crônica ou Encefalomielite Miálgica

Canela de Velho

A Síndrome da Fadiga Crônica ou Encefalomielite Miálgica é um distúrbio multissistêmico sobre o qual ainda se tem pouco conhecimento, ela é caracterizada por fadiga profunda, alterações na qualidade do sono e das dores que são agravadas mediante o esforço. Devido, principalmente, a fadiga profunda, os portadores dessa doença podem ficar incapacitados de exercerem plenamente suas atividades do dia a dia. Em muitos casos, os portadores da doença se lembram de que tudo começou depois de uma forte gripe ou de uma infecção viral.

A fadiga geralmente piora com a prática de atividades físicas ou das tarefas do dia a dia, mas não melhora com o repouso.

Estima-se que cerca de 17 milhões de pessoas em todo mundo sejam afetadas pela síndrome da fadiga crônica. No Reino Unido são mais de 250.000 e, nos Estados Unidos são mais de 800.000 americanos lutando contra essa doença. Estima-se que no Brasil são mais de 150.000 casos. A doença afeta mais as mulheres do que os homens. A razão dessa predominância ainda é desconhecia pelos pesquisadores.

A pesquisadora Carmine Pariante, professora de psiquiatria no King's College London, afirma que pesquisadores do Reino Unido acreditam que a provável causa da síndrome da fadiga crônica, é uma resposta exagerada do próprio sistema imunológico hiperativo. O hiperativismo do sistema imunológico pode desencadear essa fadiga de longa duração, hoje conhecida como Encefalomielite Miálgica (ME).

Sintomas da Síndrome da Fadiga Crônica (SFC)

Os sintomas da Síndrome de Fadiga Crônica é um conjunto bastante complexo, as pessoas podem ter:

Diagnosticando a Síndrome da Fadiga Crônica

Ainda não existe exames específicos de laboratório que possam identificar a Síndrome da Fadiga Crônica (SFC). O que se sabe é orientado pelo International Chronic Fatique Syndrome Study Group, que estabelece o critério para o diagnóstico da doença como: A pessoa é considerada portadora da síndrome da fadiga crônica quando sua fadiga é persistente, sem uma explicação de outras causas e que apresentem pelo menos quatro dos sintomas abaixo descritos por um período não inferior a seis meses:

As causas efetivas da síndrome ainda são desconhecidas, estudos não conclusivos sugerem como fatores de risco a predisposição genética, doenças infecciosas anteriores, hipoglicemia, anemia, pressão arterial baixa, viroses desconhecidas, a faixa de idade, estresse e até mesmo fatores ambientais podem contribuir para o acometimento da doença.

A evolução da doença não tem como prevê. A doença pode desaparecer em pouco meses, como durar anos ou mesmo persistir por toda vida.

A falta de conhecimento em relação às causas da doença, é fator preponderante para não se ter um tratamento específico para a mesma. No entanto os sintomas apresentados pela síndrome são passíveis de tratamentos paliativos, como o uso de anti-inflamatórios para dores musculares ou articulares e antidepressivos para melhorar a qualidade do sono.


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