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Doença de Parkinson, Sintomas e Fatores de Risco

O primeiro a descrever a doença foi o médico britânico James Parkinson, no seu trabalho, An Essay on the Shaking Palsy (Um ensaio sobre a paralisia agitada), datado de 1817. E foi rebatizada pelo famoso médico francês Jean-Martin Charcot como "doença de Parkinson". Entre as campanhas de consciencialização estão o Dia Mundial da Doença de Parkinson, realizado a 11 de abril, na data de aniversário de James Parkinson, e a utilização de uma tulipa vermelha como símbolo da doença.


Parkinson: Doença que pode chegar com nosso envelhecimento

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O processo de envelhecimento está associado a mudanças nos processos dinâmicos biológicos, fisiológicos, ambientais, psicológicos, comportamentais e sociais. Algumas mudanças relacionadas à idade são benignas, como a chegada dos cabelos grisalhos. Outras resultam em declínios das funções orgânicas e o aumento da suscetibilidade às doenças, fragilidade ou incapacidade. De fato, o avanço da idade é o principal fator de risco para várias doenças crônicas em humanos. E uma dessas doenças que vamos abordar aqui, é o mal de Parkinson conhecida no popular "doença tremedeira". Essa doença afeta mais de 7 milhões de pessoas ao redor do mundo.

Conforme descreve a Wikipédia, "A doença de Parkinson (DP) é uma perturbação degenerativa crônica do sistema nervoso central que afeta principalmente a coordenação motora. Os sintomas vão-se manifestando de forma lenta e gradual ao longo do tempo. Na fase inicial da doença, os sintomas mais óbvios são tremores, rigidez, lentidão de movimentos e dificuldade em caminhar. Podem também ocorrer problemas de raciocínio e comportamentais. Nos estágios avançados da doença é comum a presença de demência. Cerca de 30% das pessoas manifestam depressão e ansiedade. Entre outros possíveis sintomas estão problemas sensoriais, emocionais e perturbações do sono. O conjunto dos principais sintomas a nível motor denominam-se Parkinsonismo, ou síndrome de Parkinson".

Ainda não existe um teste específico para diagnosticar a doença de Parkinson. O médico neurologista diagnosticará a doença de Parkinson baseado no histórico médico, revisão dos sinais e sintomas e um exame físico e neurológico do paciente. O médico pode sugerir uma tomografia computadorizada específica chamada varredura do transportador de dopamina (DAT). Embora isso possa ajudar a sustentar a suspeita de que a pessoa tenha a doença de Parkinson, são os sintomas e o exame neurológico que determinam o diagnóstico correto.

Características da doença de Parkinson

O mal de Parkinson é uma doença progressiva do sistema neurológico caracterizado por prejudicar a coordenação motora e provocar tremores e dificuldades para caminhar e se movimentar. A doença de Parkinson pode levar à deterioração total de todas as funções cerebrais e levar a uma morte prematura.

A nível científico a doença de Parkinson acontece devido a falta de uma substância química no cérebro chamada dopamina. A dopamina é produzida pelas células nervosas dessa parte do cérebro. A destruição dessas células acabam com a produção da dopamina. A dopamina está ligada ao controle dos movimentos musculares. Sem a dopamina, as células nervosas dessa parte do cérebro não podem mais enviar mensagens corretamente aos músculos e a doença de Parkinson acontece provocando o descontrole e a perda da função muscular. Isso provoca tremor nas mãos e dificuldade locomotora.

Mal de Parkinson precoce

Naturalmente, atribuimos o mal de Parkinson a velhice. Mas, existem casos do "Mal de Parkinson Precoce", como exemplo podemos citar o ator Michael J. Fox que aos 29 anos foi diagnosticado com a doença, ele criou até uma fundação a "The Michael J. Fox Foundation" como slogan da fundação "Ajude-nos a descobrir a cura de Parkinson".

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Uma das doadoras da fundação de Michael J. Fox é uma brasileira, a bilionária Sra. Lily Safra, que doou um cheque de US$ 12 milhões (R$ 37,8 milhões), em 2018. Lily Safra é uma bilionária brasileira radicada na Europa.

Sintomas da doença de Parkinson

Os três principais sintomas da doença de Parkinson são:
  1. Agitação involuntária de partes específicas do corpo (tremor);
  2. Movimentos lentos;
  3. Músculos rígidos e inflexíveis.

Uma pessoa com doença de Parkinson também pode experimentar uma ampla gama de outros sintomas físicos e psicológicos, incluindo:

  • Problemas de equilíbrio - isso pode aumentar a chance de uma queda;
  • Perda do sentido do olfato (anosmia);
  • Problemas para dormir (insônia);
  • Diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos (como o piscar dos olhos);
  • Tendência a babar;
  • Dificuldade em engolir;
  • Falta de expressão facial (aparência de máscara);
  • Dores musculares (mialgia);
  • Dificuldade para começar ou continuar o movimento, como começar a andar ou se levantar de uma cadeira;
  • Intestino preso e constipação;
  • Voz para dentro, mais baixa e monótona;
  • Ansiedade, estresse e tensão;
  • Confusão mental;
  • Demência;
  • Depressão;
  • Desmaios;
  • Alucinações;
  • Perda de memória.

Medicação: Como tratar a doença de Parkinson

A medicação pode ser usada para melhorar os principais sintomas da doença de Parkinson, como tremores e problemas de movimento. No entanto, nem todos os medicamentos disponíveis são úteis para todos, e os efeitos a curto e longo prazo de cada um são diferentes.

Três tipos principais de medicamentos são comumente usados:
  1. Levodopa;
  2. Agonistas da dopamina;
  3. Inibidores da monoamina oxidase-B.

O médico especialista é quem pode explicar as opções da medicação, incluindo os riscos associados a cada medicação, e discutir qual pode ser a melhor a ser aplicada. Avaliações regulares serão necessárias à medida que a condição da doença progrida e novas necessidades podem alterar a medicação.

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O primeiro a descrever a doença foi o médico britânico James Parkinson, no seu trabalho, An Essay on the Shaking Palsy (Um ensaio sobre a paralisia agitada), datado de 1817. E foi rebatizada pelo famoso médico francês Jean-Martin Charcot como "doença de Parkinson". Entre as campanhas de consciencialização estão o Dia Mundial da Doença de Parkinson, realizado a 11 de abril, na data de aniversário de James Parkinson. O símbolo da doença é representado por uma tulipa vermelha.

A doença de Parkinson tem cura?

Até o presente, não! Se ela não for tratada, pode piorar até a pessoa se tornar completamente inválida. O mal de Parkinson pode levar à deterioração de todas as funções cerebrais e à morte prematura. A maioria das pessoas submetidas aos medicamentos responde bem.. A eficácia dos medicamentos em aliviar os sintomas e a duração desse efeito pode ser diferente para cada pessoa. Porém, os efeitos colaterais desses medicamentos podem trazer conseqências graves.

Dopamina: Causas da doença de Parkinson

Como descrito anteriormente a deterioção das células nervosas que produzem a substância dopamina, provocam o Parkinson ou seja perda ou descontrole da função muscular. A causa exata da deterioração destas células do cérebro ainda é desconhecida para atual medicina, mas os médicos acreditam que uma mistura de fatores possam estar relacionados:

  • Genética: mutações genéticas específicas podem estar relacionadas com as causas do Parkinson, mas estes casos são raros, acontecem geralmente com membros da família afetados pela doença de Parkinson. No entanto, algumas mutações genéticas parecem aumentar o risco de doença;
  • Meio ambiente: a exposição a determinadas toxinas ou fatores ambientais podem aumentar o risco de doença de Parkinson no futuro, mas o risco é relativamente pequeno.

Parkinson: Fatores de risco

  • Idade: jovens e adultos raramente apresentam a doença de Parkinson, pois ela é mais comum em pessoas na terceira idade. O risco do Parkinson aumenta com a idade. As pessoas costumam desenvolver a doença em torno de 60 anos de idade ou mais;
  • Hereditariedade: Ter um parente próximo com a doença de Parkinson aumenta as chances de uma pessoa desenvolver a doença. No entanto, os riscos ainda são pequenos, a menos que a pessoa tenha muitos parentes que apresentem a doença;
  • Gênero: homens são mais propensos a desenvolver a doença de Parkinson do que mulheres;
  • Exposição a toxinas: exposição contínua a herbicidas e pesticidas pode colocar uma pessoa em um risco ligeiramente aumentado de doença de Parkinson.

Os sintomas do Mal de Parkinson, podem ser divididos em sintomas iniciais e sintomas avançados da doença. Dessa forma, se tem uma melhor compreensão da evolução da doença com o tempo.

Sintomas iniciais da doença de Parkinson

O Parkinson pode afetar apenas um ou ambos os lados do corpo, e o grau da perda das funções provocada pela doença pode variar de caso a caso. No início os sintomas costumam ser leves, como:

  • Tremores;
  • Lentidão dos movimentos;
  • Rigidez muscular.

Sintomas em estágio avançado da doença de Parkinson

  • Diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos (como o piscar dos olhos);
  • Tendência a babar;
  • Dificuldade em engolir;
  • Falta de expressão facial (aparência de máscara);
  • Dores musculares (mialgia);
  • Dificuldade para começar ou continuar o movimento, como começar a caminhar ou se levantar de uma cadeira;
  • Também há a presença de sintomas não motores, como:
    • Intestino preso e constipação;
    • Voz para dentro, mais baixa e monótona;
    • Ansiedade, estresse e tensão;
    • Confusão;
    • Demência;
    • Depressão;
    • Desmaios;
    • Alucinações;
    • Perda de memória.

Neuroestimulador WAND, a esperança para o mal de Parkinson

O neuroestimulador WAND, desenvolvido por engenheiros da Universidade da California em Berkeley, nos Estados Unidos, promete acabar com tremores e convulsões causados pela doença de Parkinson. Leia a matéria inteira.



 

 


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